Pai
Silvia Trevisani
Pedaço de um todo...
Amor incondicional...
Indivisível e sobrenatural...
Olhe Pai,
olhe em sua volta...
Sinta no ar a felicidade bailar...
E em todos os seus sentidos
sinta a força do meu amor.
Ouça Pai,
ouça o som desta música...
Hoje sou eu que vou falar...
Você já viveu a se doar,
tente apenas entender a minha voz.
Perdoe-me Pai,
faltam-me as palavras...
Este nó em minha garganta
prende a minha respiração...
E as lágrimas afloram junto com a emoção,
de tê-lo como "Meu Pai".
Eu não te escolhi para ser meu Pai...
Mas tu me escolheste para ser teu filho.
Pai,
peço ao Pai Nosso que está no Céu...
Que te proteja aqui na terra,
para que permaneça entre nós compartilhando
desse Amor que aprendi contigo!
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
CUBA
26/07/2010 | Cuba: Estado e Igreja em Parceria
Frei Betto
Como entender que o Estado cubano, num país socialista, aceite a mediação da Igreja Católica para libertar presos de consciência, como lá são chamados os presos políticos?
A figura central nesse processo é o cardeal Jaime Ortega, 73, arcebispo de Havana. Hábil negociador, ele foi vítima, no passado, do sectarismo esquerdista que, sob influência da União Soviética, atiçou a perseguição religiosa. Ainda seminarista, nos anos 60 Ortega foi enviado a um campo de “reeducação ideológica”. Apesar disso, jamais demonstrou ressentimento e nem se aliou aos que deram as costas à Revolução.
O período esquerdista da Revolução cubana – repudiado publicamente por Fidel - congelou as relações Igreja-Estado. Entre 1964 e 1981, bispos e autoridades não se falaram.
Ao me encontrar com Fidel pela primeira vez, em 1980, ele me fez a proposta de intermediar a retomada do diálogo. No ano seguinte, participei da reunião da conferência episcopal, em Santiago de Cuba, quando expus a proposta. Os bispos a acolheram como um sinal positivo. Pouco depois, Fidel os recebeu em audiência.
Em 1985, o líder cubano concedeu-me longa entrevista sobre a questão religiosa, publicada sob o título “Fidel e a Religião”. O livro causou impactou na população, cuja religiosidade possui forte raiz sincretista, mescla entre catolicismo e tradições de origem africana. Era a primeira vez que um dirigente comunista no poder abordava o tema da fé de modo respeitoso e, inclusive, admitindo que sua formação religiosa aprimorara-lhe o caráter. Num país de 11 milhões de habitantes, 1,3 milhão de cópias foram editadas até hoje.
Na opinião de um bispo cubano, o livro “tirou o medo dos cristãos e o preconceito dos comunistas”. Em 1986, a Igreja promoveu o Encontro Eclesial Cubano, versão local de um miniconcílio para traçar novas diretrizes pastorais.
O bom entendimento entre Igreja e Estado viu-se subitamente interrompido pela queda do Muro de Berlim. O cardeal Law, de Boston, ao pregar o retiro dos bispos, insistiu que o efeito dominó da falência do socialismo não pouparia Cuba e os bispos, à semelhança do episcopado polonês, deveriam se assumir como novos Moisés capazes de conduzir o povo à democracia...
Em janeiro de 1990, Fidel veio ao Brasil à posse do presidente Collor. Fui ao seu encontro em Brasília. Insisti na continuidade do diálogo e, pouco depois, desembarquei em Havana para entrevistar-me com Jaime Ortega. Foi a primeira e única vez que o vi pessimista. Não acreditava que o governo tivesse boas intenções. Talvez esperasse, para breve, o fim da Revolução.
Cuba não foi atingida pelo furacão neoliberal que assolou o Leste europeu e uma série de circunstâncias favoreceu a visita do papa João Paulo II ao país, em 1998. Fidel convidou a mim e a um grupo de teólogos, entre eles Leonardo Boff, para assessorá-lo no decorrer da visita papal. Cabia-nos “decifrar” a linguagem e os protocolos eclesiásticos.
O êxito da viagem – o papa não condenou o regime cubano, como queria Bush, e elogiou suas conquistas sociais – e a empatia que se criou entre Fidel e Woityla, reabriram os canais de diálogo. Porém, Fidel, por razões de saúde, se afastou do comando do governo em 2006, quando então Raúl Castro assumiu.
Intensifiquei minhas viagens a Havana para aprofundar a questão religiosa com Raúl e Caridad Diego, chefe da Oficina de Assuntos Religiosos (uma espécie de Ministério do Culto). Decidiu-se comemorar, em março último, os 25 anos de lançamento de “Fidel e a Religião”. Todas as denominações religiosas atuantes no país foram convidadas. Raúl esteve presente e lamentou que nenhum bispo católico tivesse comparecido.
Na mesma noite, jantamos juntos. Falamos da ação pastoral da Igreja Católica junto aos prisioneiros e de como a Revolução só teria a ganhar com a libertação dos presos de consciência, sem acusações de delitos de sangue ou atos terroristas.
A 10 de maio Raúl Castro recebeu, pela primeira vez, o cardeal Jaime Ortega. A conversa prolongou-se por cinco horas. O arcebispo solicitou a transferência dos presos para locais próximos às suas famílias e mostrou a disposição da Igreja em colaborar para que fossem anistiados. O governo considerou que valia a pena apostar na proposta do cardeal e, assim, evitar gestos extremistas, de ampla repercussão internacional, como greves de fome levadas às últimas consequências.
Jaime Ortega nada tem de progressista e, muito menos, de anticomunista. Seu papel, como pastor, é criar condições favoráveis à evangelização do povo cubano. E ele sabe que iniciativas humanitárias como a libertação de prisioneiros não apenas reforçam o prestígio da Igreja, mas, sobretudo, testemunham profunda fidelidade ao Evangelho. E, de quebra, dão provas da tolerância da Revolução.
O que tanto a Igreja quanto o Estado mais esperam, agora, é que Obama liberte os cinco cubanos presos nos EUA, desde 1998, acusados de espionagem. Esta é a condição para a retomada de um diálogo positivo entre Washington e Havana, tendo em vista a suspensão do bloqueio imposto pelos EUA a Cuba.
Frei Betto
Como entender que o Estado cubano, num país socialista, aceite a mediação da Igreja Católica para libertar presos de consciência, como lá são chamados os presos políticos?
A figura central nesse processo é o cardeal Jaime Ortega, 73, arcebispo de Havana. Hábil negociador, ele foi vítima, no passado, do sectarismo esquerdista que, sob influência da União Soviética, atiçou a perseguição religiosa. Ainda seminarista, nos anos 60 Ortega foi enviado a um campo de “reeducação ideológica”. Apesar disso, jamais demonstrou ressentimento e nem se aliou aos que deram as costas à Revolução.
O período esquerdista da Revolução cubana – repudiado publicamente por Fidel - congelou as relações Igreja-Estado. Entre 1964 e 1981, bispos e autoridades não se falaram.
Ao me encontrar com Fidel pela primeira vez, em 1980, ele me fez a proposta de intermediar a retomada do diálogo. No ano seguinte, participei da reunião da conferência episcopal, em Santiago de Cuba, quando expus a proposta. Os bispos a acolheram como um sinal positivo. Pouco depois, Fidel os recebeu em audiência.
Em 1985, o líder cubano concedeu-me longa entrevista sobre a questão religiosa, publicada sob o título “Fidel e a Religião”. O livro causou impactou na população, cuja religiosidade possui forte raiz sincretista, mescla entre catolicismo e tradições de origem africana. Era a primeira vez que um dirigente comunista no poder abordava o tema da fé de modo respeitoso e, inclusive, admitindo que sua formação religiosa aprimorara-lhe o caráter. Num país de 11 milhões de habitantes, 1,3 milhão de cópias foram editadas até hoje.
Na opinião de um bispo cubano, o livro “tirou o medo dos cristãos e o preconceito dos comunistas”. Em 1986, a Igreja promoveu o Encontro Eclesial Cubano, versão local de um miniconcílio para traçar novas diretrizes pastorais.
O bom entendimento entre Igreja e Estado viu-se subitamente interrompido pela queda do Muro de Berlim. O cardeal Law, de Boston, ao pregar o retiro dos bispos, insistiu que o efeito dominó da falência do socialismo não pouparia Cuba e os bispos, à semelhança do episcopado polonês, deveriam se assumir como novos Moisés capazes de conduzir o povo à democracia...
Em janeiro de 1990, Fidel veio ao Brasil à posse do presidente Collor. Fui ao seu encontro em Brasília. Insisti na continuidade do diálogo e, pouco depois, desembarquei em Havana para entrevistar-me com Jaime Ortega. Foi a primeira e única vez que o vi pessimista. Não acreditava que o governo tivesse boas intenções. Talvez esperasse, para breve, o fim da Revolução.
Cuba não foi atingida pelo furacão neoliberal que assolou o Leste europeu e uma série de circunstâncias favoreceu a visita do papa João Paulo II ao país, em 1998. Fidel convidou a mim e a um grupo de teólogos, entre eles Leonardo Boff, para assessorá-lo no decorrer da visita papal. Cabia-nos “decifrar” a linguagem e os protocolos eclesiásticos.
O êxito da viagem – o papa não condenou o regime cubano, como queria Bush, e elogiou suas conquistas sociais – e a empatia que se criou entre Fidel e Woityla, reabriram os canais de diálogo. Porém, Fidel, por razões de saúde, se afastou do comando do governo em 2006, quando então Raúl Castro assumiu.
Intensifiquei minhas viagens a Havana para aprofundar a questão religiosa com Raúl e Caridad Diego, chefe da Oficina de Assuntos Religiosos (uma espécie de Ministério do Culto). Decidiu-se comemorar, em março último, os 25 anos de lançamento de “Fidel e a Religião”. Todas as denominações religiosas atuantes no país foram convidadas. Raúl esteve presente e lamentou que nenhum bispo católico tivesse comparecido.
Na mesma noite, jantamos juntos. Falamos da ação pastoral da Igreja Católica junto aos prisioneiros e de como a Revolução só teria a ganhar com a libertação dos presos de consciência, sem acusações de delitos de sangue ou atos terroristas.
A 10 de maio Raúl Castro recebeu, pela primeira vez, o cardeal Jaime Ortega. A conversa prolongou-se por cinco horas. O arcebispo solicitou a transferência dos presos para locais próximos às suas famílias e mostrou a disposição da Igreja em colaborar para que fossem anistiados. O governo considerou que valia a pena apostar na proposta do cardeal e, assim, evitar gestos extremistas, de ampla repercussão internacional, como greves de fome levadas às últimas consequências.
Jaime Ortega nada tem de progressista e, muito menos, de anticomunista. Seu papel, como pastor, é criar condições favoráveis à evangelização do povo cubano. E ele sabe que iniciativas humanitárias como a libertação de prisioneiros não apenas reforçam o prestígio da Igreja, mas, sobretudo, testemunham profunda fidelidade ao Evangelho. E, de quebra, dão provas da tolerância da Revolução.
O que tanto a Igreja quanto o Estado mais esperam, agora, é que Obama liberte os cinco cubanos presos nos EUA, desde 1998, acusados de espionagem. Esta é a condição para a retomada de um diálogo positivo entre Washington e Havana, tendo em vista a suspensão do bloqueio imposto pelos EUA a Cuba.
Obesidade
A Obesidade é uma condição crônica que se caracteriza por um excesso de gordura acumulada no corpo. Diagnostica-se a obesidade por uma medida de parâmetro populacional chamada Índice de Massa Corporal (IMC). O Índice de Massa Corporal é uma formula utilizada para medir a obesidade adotada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). É o padrão internacional para avaliar o grau de obesidade.
Vamos calcular o seu IMC?
Por exemplo, se o seu peso é 80 Kg e a sua altura é 1,80, a fórmula ficará:
IMC = peso em kg (80) / altura em cm (1,80) x altura em cm (1,80)
IMC = 80 ÷ 3,24
IMC = 24,69
Confira nas tabelas abaixo:
Tabela de IMC para Mulheres
Abaixo do peso - abaixo de 19
Normal - de 19 a 23,9
Obesidade leve - de 24 a 28,9
Obesidade moderada - 29 a 38,9
Obesidade grave ou mórbida - acima de 39
Tabela de IMC para Homens
Abaixo do peso - abaixo de 20
Normal - de 20 a 24,9
Obesidade leve - de 25 a 29,9
Obesidade moderada - 39 a 39,9
Obesidade grave ou mórbida - acima de 40
Por que preocupar-se com a obesidade?
Tanto o sobrepeso como a obesidade colocam o coração numa situação de verdadeira "pressão". Essa alta sobrecarga no músculo cardíaco, originária da obesidade, pode aumentar a possibilidade de doenças sérias, tais como:
- DIABETES
- DOENÇAS CARDÍACAS
- PRESSÃO ARTERIAL ALTA
- DERRAMES (acidente vascular encefálico)
- CÁLCULOS NA VESÍCULA ? COLESTEROL ALTO (ruim LDL)
- QUASE TODOS OS TIPOS DE CÂNCER
- MORTE PREMATURA
Além de que a obesidade também pode complicar os tratamentos médicos.
O que causa a obesidade?
A obesidade é sumamente complexa e não é somente um problema de força de vontade ou de autocontrole. Em geral são causadas por uma combinação de comer em excesso, falta de exercício e fatores genéticos hereditários.
O sobrepeso e a obesidade ocorrem quando ao longo do tempo, o corpo ingere mais calorias do que se consome. Entretanto, existem algumas pessoas que aumentam o peso de gordura com mais facilidade que outras. A obesidade também pode ser causada por um desequilíbrio hormonal.
Saiba Mais
* Qualidade de vida da mulher
* Traços de personalidade pela aparência
* Obesidade e sofrimento psíquico
Como tratar a obesidade?
Não existe uma pílula mágica, mas há tratamentos eficazes que ajudam a melhorar essa condição. O tratamento adequado é aquele feito a longo prazo com a combinação de: dieta equilibrada, maior atividade física e mudanças no estilo de vida.
Em alguns casos é aconselhável o acompanhamento médico para avaliar o melhor tipo de tratamento.
Mas, a chave para o controle de peso é equilibrar o consumo de energia (ingestão de alimentos) e a quantidade de calorias que o nosso corpo consome (atividade física).
Gastar mais calorias do que consumir
O exercício físico é uma maneira fundamental para fazer isso. Quando você se exercita regularmente, fortalece os músculos, as células musculares passam a gastar mais energia e ao longo do tempo, seu corpo trabalhará com mais eficiencia, tornando-se um bom "gastador de calorias" (ou científicamente ocorre o aumento da taxa metabólica basal) o que resulta no emagrecimento.
Para este passo rumo a uma saúde de ouro acontecer da melhor forma possível, inicialmente é fundamental saber o grau de obesidade (ou sobrepeso) e cuidados para a prescrição adequada de atividade física. Nesse caso, um profissional de Educação Física fará sua avaliação física específica (incluindo o percentual de gordura e análise nutricional) para poder determinar e prescrever os melhores exercícios respeitando a individualidade de cada pessoa.
Vamos lá! Nunca é tarde para começar. Você pode e conseguirá ter uma vida mais saudável e feliz, basta começar!
Professora Teresa Maria Passarella
Especialidade: Personal Trainer
Vamos calcular o seu IMC?
Por exemplo, se o seu peso é 80 Kg e a sua altura é 1,80, a fórmula ficará:
IMC = peso em kg (80) / altura em cm (1,80) x altura em cm (1,80)
IMC = 80 ÷ 3,24
IMC = 24,69
Confira nas tabelas abaixo:
Tabela de IMC para Mulheres
Abaixo do peso - abaixo de 19
Normal - de 19 a 23,9
Obesidade leve - de 24 a 28,9
Obesidade moderada - 29 a 38,9
Obesidade grave ou mórbida - acima de 39
Tabela de IMC para Homens
Abaixo do peso - abaixo de 20
Normal - de 20 a 24,9
Obesidade leve - de 25 a 29,9
Obesidade moderada - 39 a 39,9
Obesidade grave ou mórbida - acima de 40
Por que preocupar-se com a obesidade?
Tanto o sobrepeso como a obesidade colocam o coração numa situação de verdadeira "pressão". Essa alta sobrecarga no músculo cardíaco, originária da obesidade, pode aumentar a possibilidade de doenças sérias, tais como:
- DIABETES
- DOENÇAS CARDÍACAS
- PRESSÃO ARTERIAL ALTA
- DERRAMES (acidente vascular encefálico)
- CÁLCULOS NA VESÍCULA ? COLESTEROL ALTO (ruim LDL)
- QUASE TODOS OS TIPOS DE CÂNCER
- MORTE PREMATURA
Além de que a obesidade também pode complicar os tratamentos médicos.
O que causa a obesidade?
A obesidade é sumamente complexa e não é somente um problema de força de vontade ou de autocontrole. Em geral são causadas por uma combinação de comer em excesso, falta de exercício e fatores genéticos hereditários.
O sobrepeso e a obesidade ocorrem quando ao longo do tempo, o corpo ingere mais calorias do que se consome. Entretanto, existem algumas pessoas que aumentam o peso de gordura com mais facilidade que outras. A obesidade também pode ser causada por um desequilíbrio hormonal.
Saiba Mais
* Qualidade de vida da mulher
* Traços de personalidade pela aparência
* Obesidade e sofrimento psíquico
Como tratar a obesidade?
Não existe uma pílula mágica, mas há tratamentos eficazes que ajudam a melhorar essa condição. O tratamento adequado é aquele feito a longo prazo com a combinação de: dieta equilibrada, maior atividade física e mudanças no estilo de vida.
Em alguns casos é aconselhável o acompanhamento médico para avaliar o melhor tipo de tratamento.
Mas, a chave para o controle de peso é equilibrar o consumo de energia (ingestão de alimentos) e a quantidade de calorias que o nosso corpo consome (atividade física).
Gastar mais calorias do que consumir
O exercício físico é uma maneira fundamental para fazer isso. Quando você se exercita regularmente, fortalece os músculos, as células musculares passam a gastar mais energia e ao longo do tempo, seu corpo trabalhará com mais eficiencia, tornando-se um bom "gastador de calorias" (ou científicamente ocorre o aumento da taxa metabólica basal) o que resulta no emagrecimento.
Para este passo rumo a uma saúde de ouro acontecer da melhor forma possível, inicialmente é fundamental saber o grau de obesidade (ou sobrepeso) e cuidados para a prescrição adequada de atividade física. Nesse caso, um profissional de Educação Física fará sua avaliação física específica (incluindo o percentual de gordura e análise nutricional) para poder determinar e prescrever os melhores exercícios respeitando a individualidade de cada pessoa.
Vamos lá! Nunca é tarde para começar. Você pode e conseguirá ter uma vida mais saudável e feliz, basta começar!
Professora Teresa Maria Passarella
Especialidade: Personal Trainer
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A Bíblia pela ótica feminina
A Bíblia pela ótica feminina
Frei Betto
A menina marcava as páginas onde estavam impressas aquelas leis absurdas com a intenção de, mais tarde, arrancá-las. 0 pai explicou-lhe que era inútil, havia muitos outros livros com as mesmas leis. quisesse mudá-las, teria de convencer as pessoas que faziam leis.
Lida por esta ótica, a Bíblia revela a igualdade entre homens e mulheres e denuncia a leitura machista que pretende derivar dos desígnios de Deus instrumentos de dominação, como a interdição de acesso das mulheres ao sacerdócio e ao episcopado, e a preponderância masculina sob o pretexto de que Eva foi criada a partir da costela de Adão — quando a natureza não deixa dúvidas de que todo homem nasce do corpo de uma mulher.
0 evangelista Mateus aponta, na árvore genealógica de Jesus; cinco mulheres. Tamar, Raab, Rute e Maria; e de modo implícito, a mãe de Salomão, aquela "que foi mulher de Urias". Não é bem uma ascendência da qual um de nós haveria de se orgulhar.
Em sua atividade pública, Jesus se fez acompanhar pelos Doze e por algumas mulheres: Maria Madalena; Joana, mulher de Cuza, o procurador de Herodes; Susana e várias outras. Portanto, o grupo de discípulos de Jesus não era propriamente machista. Além disso, Jesus freqüentava, em Betânia, a casa de suas amigas Marta e Maria, irmãs de Lázaro.
O primeiro milagre de Jesus foi para atender ao pedido de uma mulher, Maria, sua mãe, preocupada com a falta de vinho numa festa de casamento em Canã.
Escolhido por Jesus para ser o primeiro Papa, Pedro era casado.
Em nosso país, destacam-se Ana Flora Anderson, Teresa Cavalcanti, Wanda Deifelt e Athalya Brenner. O Centro de Estudos Bíblicos (Cebi) há anos forma, pelo Brasil afora, homens e mulheres dos setores populares em novos métodos de interpretação bíblica, pondo fim ao monopólio clerical e machista.
Descobrir que a mulher ocupa na Bíblia lugar e importância iguais aos do homem é questionar as igrejas que, às vésperas do terceiro milênio, insistem em reservar aos homens as funções de poder. E, por tabela, subverter os valores desta sociedade que considera a direção política um talento masculino e a questão social um derivativo da primeira dama, e ilustra sua publicidade televisiva e as páginas das revistas com mulheres que se prestam a ser reificadas, reduzidas ao mero apelo de consumo material e simbólico e, no entanto, queixam-se quando tratadas pelos homens como objetos descartáveis.
Frei Betto (Carlos Alberto Libânio Christo),(1945) quando jovem frade dominicano esteve envolvido com as lutas revolucionárias de seu tempo, com a política e a arte. Militante de esquerda, simpatizante da luta armada, se dividia entre os estudos de filosofia, o jornalismo e a assistência de direção de José Celso Martinez Corrêa na histórica montagem de O rei da vela, pelos idos de 1967. É escritor consagrado, com inúmeros livros de sucesso, dentre eles "Fidel e a Religião", coletânea de entrevistas com o líder cubano. O texto acima foi publicado no jornal "O Globo", de 28/07/2000.
Frei Betto
A menina marcava as páginas onde estavam impressas aquelas leis absurdas com a intenção de, mais tarde, arrancá-las. 0 pai explicou-lhe que era inútil, havia muitos outros livros com as mesmas leis. quisesse mudá-las, teria de convencer as pessoas que faziam leis.
Lida por esta ótica, a Bíblia revela a igualdade entre homens e mulheres e denuncia a leitura machista que pretende derivar dos desígnios de Deus instrumentos de dominação, como a interdição de acesso das mulheres ao sacerdócio e ao episcopado, e a preponderância masculina sob o pretexto de que Eva foi criada a partir da costela de Adão — quando a natureza não deixa dúvidas de que todo homem nasce do corpo de uma mulher.
0 evangelista Mateus aponta, na árvore genealógica de Jesus; cinco mulheres. Tamar, Raab, Rute e Maria; e de modo implícito, a mãe de Salomão, aquela "que foi mulher de Urias". Não é bem uma ascendência da qual um de nós haveria de se orgulhar.
Em sua atividade pública, Jesus se fez acompanhar pelos Doze e por algumas mulheres: Maria Madalena; Joana, mulher de Cuza, o procurador de Herodes; Susana e várias outras. Portanto, o grupo de discípulos de Jesus não era propriamente machista. Além disso, Jesus freqüentava, em Betânia, a casa de suas amigas Marta e Maria, irmãs de Lázaro.
O primeiro milagre de Jesus foi para atender ao pedido de uma mulher, Maria, sua mãe, preocupada com a falta de vinho numa festa de casamento em Canã.
Escolhido por Jesus para ser o primeiro Papa, Pedro era casado.
Em nosso país, destacam-se Ana Flora Anderson, Teresa Cavalcanti, Wanda Deifelt e Athalya Brenner. O Centro de Estudos Bíblicos (Cebi) há anos forma, pelo Brasil afora, homens e mulheres dos setores populares em novos métodos de interpretação bíblica, pondo fim ao monopólio clerical e machista.
Descobrir que a mulher ocupa na Bíblia lugar e importância iguais aos do homem é questionar as igrejas que, às vésperas do terceiro milênio, insistem em reservar aos homens as funções de poder. E, por tabela, subverter os valores desta sociedade que considera a direção política um talento masculino e a questão social um derivativo da primeira dama, e ilustra sua publicidade televisiva e as páginas das revistas com mulheres que se prestam a ser reificadas, reduzidas ao mero apelo de consumo material e simbólico e, no entanto, queixam-se quando tratadas pelos homens como objetos descartáveis.
Frei Betto (Carlos Alberto Libânio Christo),(1945) quando jovem frade dominicano esteve envolvido com as lutas revolucionárias de seu tempo, com a política e a arte. Militante de esquerda, simpatizante da luta armada, se dividia entre os estudos de filosofia, o jornalismo e a assistência de direção de José Celso Martinez Corrêa na histórica montagem de O rei da vela, pelos idos de 1967. É escritor consagrado, com inúmeros livros de sucesso, dentre eles "Fidel e a Religião", coletânea de entrevistas com o líder cubano. O texto acima foi publicado no jornal "O Globo", de 28/07/2000.
sábado, 31 de julho de 2010
Olhando para o copo...
Olhando para o copo
Um adolescente, após ter sido castigado por seus pais várias vezes, e chegado à conclusão de que não conseguiria se corrigir, dirigiu-se ao director do colégio e humildemente perguntou:
Professor, o que devo fazer para não cometer esses erros novamente? Tenho me esforçado, mas não estou conseguindo!
O mestre então, sabiamente, tomou um copo, encheu-o de água e entregou-o ao jovem, dizendo:
- Filho, ande com esse copo por todo o colégio, entre em todas as salas, suba e desça todas as escadas, entre em todos os cantos e becos, nos jardins, no sótão e volte aqui sem derramar uma só gota dessa água. Impossível - disse o jovem - não vou conseguir!
Se você quiser vai conseguir sim - disse o mestre.
O jovem saiu, devagar, com os olhos fixos no copo. Subiu e desceu escadas, entrou e saiu de salas, cantos e becos, sótão, jardins, e voltou sem ter derramado a água. O mestre olha-o, bate-lhe nos ombros carinhosamente e diz:
Não viu as garotas que passeavam pelo jardim no horário de aulas? Os colegas que te convidam para um copo de bebida, ou uma tragadinha, um cigarrinho?
Não - responde o jovem - eu estava com os olhos fixos no copo.
O mestre sorri, e diz:
Se você fixar os olhos em Deus, como fez com o copo, terá a força que tanto precisa para vencer as tentações e não cometerá mais as faltas pelas quais tem sido castigado.
autor desconhecido
Um adolescente, após ter sido castigado por seus pais várias vezes, e chegado à conclusão de que não conseguiria se corrigir, dirigiu-se ao director do colégio e humildemente perguntou:
Professor, o que devo fazer para não cometer esses erros novamente? Tenho me esforçado, mas não estou conseguindo!
O mestre então, sabiamente, tomou um copo, encheu-o de água e entregou-o ao jovem, dizendo:
- Filho, ande com esse copo por todo o colégio, entre em todas as salas, suba e desça todas as escadas, entre em todos os cantos e becos, nos jardins, no sótão e volte aqui sem derramar uma só gota dessa água. Impossível - disse o jovem - não vou conseguir!
Se você quiser vai conseguir sim - disse o mestre.
O jovem saiu, devagar, com os olhos fixos no copo. Subiu e desceu escadas, entrou e saiu de salas, cantos e becos, sótão, jardins, e voltou sem ter derramado a água. O mestre olha-o, bate-lhe nos ombros carinhosamente e diz:
Não viu as garotas que passeavam pelo jardim no horário de aulas? Os colegas que te convidam para um copo de bebida, ou uma tragadinha, um cigarrinho?
Não - responde o jovem - eu estava com os olhos fixos no copo.
O mestre sorri, e diz:
Se você fixar os olhos em Deus, como fez com o copo, terá a força que tanto precisa para vencer as tentações e não cometerá mais as faltas pelas quais tem sido castigado.
autor desconhecido
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Microfisioterapia
A microfisioterapia é uma técnica manual criada pelos franceses Daniel Grosjean e Patrici Bénini. Através de estudos do desenvolvimento humano eles notaram que nosso organismo tem um limite, e que nosso corpo tem a função de evitar que as circunstâncias que vivemos atrapalhem o funcionamento do organismo, até que se atinja o limite.Mas algumas situações são mais fortes que este limite e sendo assim, o corpo, ao invés de não deixar que ela o prejudique, guarda a ocorrência nas células, memorizando exatamente a data e a condição vivida.
Nosso organismo tem vitalidade que pode ser identificada através de micromovimentos dos órgãos e células que normalmente não são perceptíveis, mas quando o estado ultrapassa o limite de resposta do corpo, fica arquivado e com o passar do tempo os órgãos vão perdendo a vitalidade, o que pode desencadear doenças. Através de toques na pele conseguimos identificar esta perda de vitalidade, bem como os micromovimentos, o que possibilita descobrir a causa ou o trauma ocorrido que explique as doenças e os vários sintomas que atrapalhem a qualidade de vida.
Os toques na pele farão com que corpo diferencie todos os traumas vividos, seja de ordem física ou emocional, e informe às células da necessidade em promover a eliminação, o que ocorrerá conforme essas células forem se renovando, o que ocorre durante toda a nossa vida. O que acontece é que sem o estímulo dos toques da microfisioterapia, o organismo fica sem saber o que exatamente deve ser eliminado e que precisa ser feito para apagar a memória celular.
Saiba Mais
Terapia com flores
Pra que fazer terapia?
Terapia Ortomolecular
O segredo está no toque
Muitos dos problemas de saúde podem encontrar uma possibilidade de melhora com a microfisioterapia e que pode ser aplicada em qualquer idade, desde recém-nascidos até jovens e idosos, portadores ou não de necessidades especiais.
Veja abaixo a relação das doenças que podem ser melhoradas com o tratamento que não tem contra-indicação.
1- Síndrome do Pânico;
2- Depressão comum e bipolar;
3- Alergias em geral;
4- Dores físicas;
5- Traumas físicos;
6- Traumas emocionais;
7- Rinites;
8- Artrites;
9- Problemas de pressão;
10- Problemas respiratórios;
11- Fibromialgia;
12- Ansiedade;
13- Fobias;
14- Problemas escolares;
15- Falta de atenção e concentração;
16- Hiperatividade;
17- Agressividade;
18- Problemas Urogenitais;
Este conteúdo ajudou você a ter hábitos mais saudáveis?
Obrigado por responder!
Conteúdo por:
Viviane Ramos Toledo
Especialidade: Fisioterapia
Nosso organismo tem vitalidade que pode ser identificada através de micromovimentos dos órgãos e células que normalmente não são perceptíveis, mas quando o estado ultrapassa o limite de resposta do corpo, fica arquivado e com o passar do tempo os órgãos vão perdendo a vitalidade, o que pode desencadear doenças. Através de toques na pele conseguimos identificar esta perda de vitalidade, bem como os micromovimentos, o que possibilita descobrir a causa ou o trauma ocorrido que explique as doenças e os vários sintomas que atrapalhem a qualidade de vida.
Os toques na pele farão com que corpo diferencie todos os traumas vividos, seja de ordem física ou emocional, e informe às células da necessidade em promover a eliminação, o que ocorrerá conforme essas células forem se renovando, o que ocorre durante toda a nossa vida. O que acontece é que sem o estímulo dos toques da microfisioterapia, o organismo fica sem saber o que exatamente deve ser eliminado e que precisa ser feito para apagar a memória celular.
Saiba Mais
Terapia com flores
Pra que fazer terapia?
Terapia Ortomolecular
O segredo está no toque
Muitos dos problemas de saúde podem encontrar uma possibilidade de melhora com a microfisioterapia e que pode ser aplicada em qualquer idade, desde recém-nascidos até jovens e idosos, portadores ou não de necessidades especiais.
Veja abaixo a relação das doenças que podem ser melhoradas com o tratamento que não tem contra-indicação.
1- Síndrome do Pânico;
2- Depressão comum e bipolar;
3- Alergias em geral;
4- Dores físicas;
5- Traumas físicos;
6- Traumas emocionais;
7- Rinites;
8- Artrites;
9- Problemas de pressão;
10- Problemas respiratórios;
11- Fibromialgia;
12- Ansiedade;
13- Fobias;
14- Problemas escolares;
15- Falta de atenção e concentração;
16- Hiperatividade;
17- Agressividade;
18- Problemas Urogenitais;
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Conteúdo por:
Viviane Ramos Toledo
Especialidade: Fisioterapia
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Bebidas x Derrame Cerebral
O exagero no consumo de bebidas que contenham álcool como cerveja, vinho ou licor, pode dobrar o risco de derrame durante a primeira hora e continuar elevado depois de duas horas, de acordo com um estudo publicado no jornal Stroke. Os pesquisadores entrevistaram 390 pessoas três dias após elas terem um derrame.
O tipo mais comum de derrame, o acidente vascular cerebral (AVC), ocorreu quando o fluxo sanguíneo para o cérebro foi bloqueado por um coágulo. Pessoas que tiveram sua habilidade de falar prejudicada pelo derrame não foram incluídas nesse estudo. Durante a entrevista, 14 pessoas falaram que consumiram bebidas alcoólicas uma hora antes do derrame, 104 disseram que tinham bebido nas últimas 24 horas, e 248 disseram que tinham bebido no último ano.
O risco de AVC foi duas vezes mais alto durante a primeira hora depois de consumir álcool e continuou 60% maior do que o normal na segunda hora. É considerado elevado o consumo acima de 500 mililitros de cerveja ou 100 mililitros de vinho por dia.
O resultado da pesquisa se manteve igual mesmo após os cientistas levarem em conta outros fatores que aumentam a chance de problemas vasculares como diabetes, obesidade ou maus hábitos alimentares. Estudos anteriores já mostraram que um consumo moderado de álcool, 500 mililitros de cerveja ou 100 mililitros de vinho por dia, pode ser benéfico para a saúde, diminuindo o risco do desenvolvimento de doenças do coração.
Ainda não se sabe exatamente por que isso ocorre, mas o álcool pode aumentar a pressão sanguínea e ajudar na formação de um coágulo. "Essas mudanças acontecem rapidamente e podem ser as responsáveis pelo aumento da chance de ter uma hemorragia. Depois de algumas horas, as alterações causadas pelo álcool desaparecem", diz Murray A. Mitlleman, da Harvard Medical School, em Boston.
"Nós sabemos que, mesmo ocasionalmente, ter uma taxa alta de álcool na corrente sanguínea traz problemas para o corpo", diz Mitlleman. "Pessoas que consomem múltiplas doses de álcool por dia tem mais chances de ter problemas cardíacos, além de desenvolver outras complicações como câncer de mama e câncer de garganta."
O que se deve saber sobre derrames
Os derrames podem ocorrer como um ataque repentino, ou podem ser um processo de várias horas, com piora progressiva do paciente. Os coágulos sanguíneos (ou trombos) que causam o derrame podem ser dissolvidos ou desintegrados, para que o sangue volte a circular pelo cérebro.
Por isso, o socorro imediato pode significar a diferença entre um dano leve e uma incapacidade maior. Com o uso de medicamentos, stents e outras tecnologias, os médicos podem interromper o derrame antes que se espalhe e limitar bastante os danos. Os sintomas do derrame incluem:
- Dormência repentina, debilidade, paralisia do rosto, braço ou perna, normalmente em um lado do corpo
- Dificuldade repentina para falar ou entender uma conversação (afasia)
- Visão subitamente embaçada, dupla ou debilitada
- Vertigem, perda repentina de equilíbrio ou de coordenação.
- Dor de cabeça grave, súbita, sem explicação ou incomum, que pode vir acompanhada de rigidez do pescoço (torcicolo), dor facial, dor entre os olhos, vômito e consciência alterada
- Confusão ou problemas com a memória, orientação espacial ou percepção
www.minhavida.com.br
O tipo mais comum de derrame, o acidente vascular cerebral (AVC), ocorreu quando o fluxo sanguíneo para o cérebro foi bloqueado por um coágulo. Pessoas que tiveram sua habilidade de falar prejudicada pelo derrame não foram incluídas nesse estudo. Durante a entrevista, 14 pessoas falaram que consumiram bebidas alcoólicas uma hora antes do derrame, 104 disseram que tinham bebido nas últimas 24 horas, e 248 disseram que tinham bebido no último ano.
O risco de AVC foi duas vezes mais alto durante a primeira hora depois de consumir álcool e continuou 60% maior do que o normal na segunda hora. É considerado elevado o consumo acima de 500 mililitros de cerveja ou 100 mililitros de vinho por dia.
O resultado da pesquisa se manteve igual mesmo após os cientistas levarem em conta outros fatores que aumentam a chance de problemas vasculares como diabetes, obesidade ou maus hábitos alimentares. Estudos anteriores já mostraram que um consumo moderado de álcool, 500 mililitros de cerveja ou 100 mililitros de vinho por dia, pode ser benéfico para a saúde, diminuindo o risco do desenvolvimento de doenças do coração.
Ainda não se sabe exatamente por que isso ocorre, mas o álcool pode aumentar a pressão sanguínea e ajudar na formação de um coágulo. "Essas mudanças acontecem rapidamente e podem ser as responsáveis pelo aumento da chance de ter uma hemorragia. Depois de algumas horas, as alterações causadas pelo álcool desaparecem", diz Murray A. Mitlleman, da Harvard Medical School, em Boston.
"Nós sabemos que, mesmo ocasionalmente, ter uma taxa alta de álcool na corrente sanguínea traz problemas para o corpo", diz Mitlleman. "Pessoas que consomem múltiplas doses de álcool por dia tem mais chances de ter problemas cardíacos, além de desenvolver outras complicações como câncer de mama e câncer de garganta."
O que se deve saber sobre derrames
Os derrames podem ocorrer como um ataque repentino, ou podem ser um processo de várias horas, com piora progressiva do paciente. Os coágulos sanguíneos (ou trombos) que causam o derrame podem ser dissolvidos ou desintegrados, para que o sangue volte a circular pelo cérebro.
Por isso, o socorro imediato pode significar a diferença entre um dano leve e uma incapacidade maior. Com o uso de medicamentos, stents e outras tecnologias, os médicos podem interromper o derrame antes que se espalhe e limitar bastante os danos. Os sintomas do derrame incluem:
- Dormência repentina, debilidade, paralisia do rosto, braço ou perna, normalmente em um lado do corpo
- Dificuldade repentina para falar ou entender uma conversação (afasia)
- Visão subitamente embaçada, dupla ou debilitada
- Vertigem, perda repentina de equilíbrio ou de coordenação.
- Dor de cabeça grave, súbita, sem explicação ou incomum, que pode vir acompanhada de rigidez do pescoço (torcicolo), dor facial, dor entre os olhos, vômito e consciência alterada
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