Olha Eu aí no Centro da Foto...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Cefaléia

O que é cefaléia tensional?
A cefaléia tensional é o tipo mais freqüente de dor de cabeça. Estudos na população apontam que no período de um ano, até 70% das pessoas podem apresenta-la.

Ocorre em homens e mulheres quase na mesma freqüência, com ligeira tendência de ser mais comum nas mulheres. O aparecimento da cefaléia tensional varia com a idade, sendo mais comum entre os 30 e 40 anos.

A dor é geralmente descrita como peso ou pressão atingindo parte ou toda a cabeça e algumas vezes também a nuca.

Distingue-se da enxaqueca por não ser acompanhada de náuseas ou vômitos. Costuma ser de fraca a moderada intensidade, não piora com o esforço físico e interfere pouco com as atividades de rotina.

Na maioria das vezes a cefaléa tensional é desencadeada por cansaço físico ou mental e portanto, costuma aparecer no período da tarde.

Esse tipo de dor de cabeça melhora com analgésicos comuns e é de ocorrência ocasional. Por esses motivos, as pessoas com cefaléia tensional, procuram muito menos ajuda médica.

Em algumas pessoas e principalmente nas mulheres, a cefaléia tensional pode aumentar a freqüência de aparecimento, tornando-se crônica (ocorre em mais de 15 dias por mês). Nesses casos é comum o uso excessivo de analgésicos.

A cefaléia tensional crônica necessita de tratamento médico especializado. Devido ao uso abusivo de analgésicos, ocorre perda da sua eficácia, obrigando o paciente a usar cada vez mais, quantidades maiores de analgésicos para o alívio da dor e, em conseqüência disso, outras doenças podem aparecer.

Quando os pacientes atingem esse estágio de dor, somente o tratamento médico a base de medicação preventiva e a redução drástica do uso de analgésicos, pode resolver o problema.


Fonte: www.infomedgrp12.famerp

Enxaqueca

Como evitar as crises da enxaqueca
A enxaqueca é a cefaléia mais freqüente em consultórios. Isso se deve à intensidade da dor e ao conseqüente impacto negativo na qualidade de vida das pessoas.

Ocorre em aproximadamente 20% da população, prevalecendo no sexo feminino. Seus sintomas começam geralmente na adolescência e início da idade adulta, podendo iniciar também mais tardiamente.

Até hoje, não se sabe exatamente as causas da enxaqueca. Em 60% dos casos é hereditária e se manifesta em virtude de muitos fatores internos e externos às pessoas.

Geralmente a enxaqueca se manifesta como uma dor muito forte, latejante, localizando-se inicialmente em um lado da cabeça, podendo evoluir para todo o crânio.

Vem acompanhada de náuseas ou vômitos e também intolerância à claridade, ao barulho e piora com o esforço físico. Muitas vezes é prolongada e incapacita a pessoa para suas atividades de rotina, sendo necessário o repouso em quarto escuro.

Cerca de 20% das pessoas que sofrem de enxaqueca, podem apresentar antes do início da dor, perturbações no campo visual como riscos, estrelas, bolas coloridas ou perda parcial do campo visual que desaparecem logo que a dor inicia.

Muitos pacientes são capazes de identificar o que provoca as crises de enxaqueca. O estresse emocional é o principal fator desencadeante em 50% das pessoas.

Vários tipos de alimentos como o chocolate, frituras, queijos, alimentos em conserva, frutas cítricas (laranja limão e abacaxi) e bebidas alcoólicas (vinho tinto e cerveja), também provocam crises.

Outros fatores associados com o aparecimento das crises de enxaqueca são: a menstruação, falta ou excesso de sono, passar muito tempo do horário da alimentação, exposição prolongada ao sol e odores de perfumes ou de tintas.

Em muitos casos, evitando esses fatores, ocorre uma boa melhora, diminuindo o número de crises de enxaqueca.

Quando as crises de dor aparecem mais de duas vezes por mês ou não melhoram com analgésicos comuns, é necessário o tratamento preventivo.

Somente o médico, após a análise dos sintomas, pode receitar ao paciente o medicamento indicado para seu caso e também determinar a duração do tratamento.

Como evitar as crises?

Mudanças no estilo de vida contribuem para o controle das crises de enxaqueca. Por exemplo:

- hábitos regulares para as refeições e sono;

- mudanças na dieta diminuindo ou até mesmo eliminando certos alimentos que deflagram dor;

- evitar a ingestão de bebibas fermentadas como por exemplo o vinho tinto;

- não se expor demasiadamente ao sol e à claridade;

- evitar o uso excessivo de perfume ou a permanencia em locais recém-pintados ou onde se estejam utilizando solventes químicos;

- dietas ricas em magnésio e em um aminoácido chamado triptofano são úteis. O magnésio encontra-se em alimentos verdes frescos, frutos do mar e nozes e o triptofano é encontrado em alimentos como verduras fresca, feijão e outros cereais integrais;

O que fazer quando estou em crise de enxaqueca?

- Esteja sempre preparado! Os sofredores de enxaqueca devem ter sua medicação para as crises sempra à mão.

- Em caso de dor intensa, procure um local fresco e escuro para recostar, não deite.

- Coloque gelo sobre as áreas dolorosas.

- Tome o medicamento para crise recomendado pelo seu médico, mas nunca mais de duas vezes por semana.

- Beba muita água e coma moderadamente.

- Descanse.


www.infomedgrp12.famerp.br

TOSSE

A tosse e seus significados
A tosse é um reflexo do organismo para eliminar resíduos ou elementos dispersos no ar como poeira, bactérias, fungos e secreções, que são introduzidos juntamente com a respiração e que, caso cheguem aos pulmões, podem prejudicar o seu bom funcionamento.

Ela funciona como um mecanismo de autolimpeza do sistema respiratório, sendo uma resposta do nosso corpo contra algum fator irritante na garganta, cordas vocais, traquéia ou pulmões.

Existem dois tipos básicos de tosse: a produtiva, que tem a presença de secreção, e a seca. Há ainda a tosse dos fumantes, a tosse alérgica e a tosse causada por refluxo gastroesofágico.

A tosse pode ainda ser aguda ou crônica. A tosse aguda geralmente se dá por conta de vírus que causam os resfriados e as infecções nas vias respiratórias superiores. Ela dura em média duas semanas, variando de intensidade.

A tosse é considerada crônica quando dura mais do que oito semanas e apresenta as seguintes características ou sintomas associados:

- Secreção amarelada, esverdeada ou amarronzada (quando contém sangue)
- Chiado no peito
- Febre persistente
- Perda de peso
- Cansaço

A tosse crônica pode ser conseqüência de doenças que, direta ou indiretamente, acometem os pulmões como a tuberculose, o câncer de pulmão, problemas no coração etc. Portanto, se a tosse persistir por mais de duas semanas, procure um médico imediatamente para avaliação e orientação.

De um modo geral, as pessoas que têm tosse devem ficar atentas a alguns pontos que podem ajudar o médico a descobrir as suas possíveis causas:

- Há quanto tempo está tossindo?
- A tosse é constante ou é mais freqüente em algum período do dia?
- A tosse é mais freqüente em alguma época do ano?
- Nos casos de tosse com secreção, ela tem alguma cor?
- Alguma atividade que você exerce costuma provocar tosse?

Tosse dos Fumantes

As pessoas que fumam, geralmente, acreditam que é normal ter tosse; porém nenhuma tosse é considerada normal.

Nos fumantes, a tosse é provocada não somente pelos já conhecidos agressores químicos que o cigarro contém (como a nicotina), mas também pela agressão térmica que ele provoca, pois a fumaça que entra nos pulmões chega a cerca de 300ºC, ou seja, queima a pessoa por dentro.

Os cílios (pequenos pelos) que protegem e revestem o aparelho respiratório são os primeiros a ser danificados, causando um processo inflamatório que previne o seu bom funcionamento – que é o de impedir o acúmulo de muco (catarro). Dessa forma, o excesso de muco provoca a tosse e propicia a instalação de vírus e bactérias.

Tosse Alérgica

Os processos alérgicos também podem causar tosse; afinal, quando uma pessoa tem contato com alguma substância que não é bem aceita pelo organismo, sua primeira reação é a de expeli-la e a tosse é um desses mecanismos de defesa.

Tosse causada por refluxo gastroesofágico

O refluxo gastroesofágico (muitas vezes conhecido como azia), também pode provocar tosse. Isso acontece porque o ácido encontrado no estômago, quando produzido em quantidades exageradas, entre outras situações, pode voltar para o esôfago que não é preparado e capaz de suportar esse ácido e acaba provocando uma inflamação de sua extremidade inferior, que resulta na tosse.

Outras causas da tosse

A tosse também pode ser provocada por infecções no pulmão, garganta, laringe, traquéia, seios da face (sinusite), inalação de ar muito quente ou frio, exposição a gases ou substâncias químicas, tumores na garganta, em cordas vocais, pulmões ou esôfago, insuficiência do coração em bombear o sangue, algum objeto que tenha entrado na traquéia, algumas medicações, transtornos psiquiátricos, tuberculose ou outras doenças pulmonares.

Tratamento

O tratamento da tosse é prescrito por um médico conforme o fator que a desencadeou. Mas em geral, a hidratação para fluidificação do muco, ou seja, transformar o catarro em líquido, é fundamental, pois assim é mais fácil eliminá-lo e, conseqüentemente, acabar com a tosse.

Para isso a água é um fator indispensável, tanto ingerida como em forma de inalações (aquelas que fazemos com aparelhos próprios, ou até mesmo com o vapor do banho).

Outro fator importante é observar se há algum ambiente onde a tosse seja mais intensa (algum lugar da sua casa, trabalho etc), pois esses locais podem desencadear algum processo alérgico provocados, por exemplo, por fungos, mofo ou poeira, que resultarão na tosse. Portanto, devem ser evitados.

Em alguns casos específicos, como os de tosse provocada por sinusite, o médico pode optar por tratamento com medicamento, como antibióticos quando existir infecção.

Nos casos de tosse seca, os antitussígenos podem ser indicados, pois ajudam a aliviar o desconforto e a dor. Em outras ocasiões podem ser sugeridas mudanças de hábitos de vida e/ou alimentares (como nos casos de refluxo gastroesofágico).

http://zambon.com.br

Gripe

Gripe e resfriado: doenças diferentes
A gripe é uma enfermidade desencadeada pelo vírus Influenza, que causa uma infecção aguda nas vias respiratórias.

Os sintomas são febre alta, cansaço e fraqueza, dores de cabeça, dores musculares, tosse e dores de garganta. Os sintomas da gripe são freqüentemente mais graves do que os do resfriado.

O vírus Influenza tem uma capacidade de mutação constante. Isto faz com que o organismo das pessoas tenha dificuldade para se defender das agressões deste microorganismo.

O contágio pelo vírus ocorre pelo ar ou em contato com as pessoas gripadas. Quando o doente espirra ou tosse, espalha no ar os vírus que podem ser inalados por quem estiver por perto e as epidemias ocorrem especialmente durante o inverno.

Se não for tratada a tempo, a gripe poderá evoluir para pneumonia, pois a falta de defesas deixa o organismo susceptível à infecção por bactérias. Geralmente, a doença começa a ceder dentro de uma ou duas semanas e a febre pode durar cerca de oito dias.

Prevenir é a melhor opção

A imunização contra o vírus da gripe por meio da vacina é válida por um ano, em função das mutações do mesmo.

Ter uma alimentação equilibrada mantém o organismo fortalecido e evita que os sintomas da doença se agravem.

Manter o corpo hidratado, ingerindo bastante água, chás e sucos também ajuda a manter as mucosas da vias aéreas hidratadas, evitando, portanto, o seu ressecamento (porta de entrada para outras infecções).

Tratamento

Não existe tratamento curativo para a gripe. Repouso, uso de analgésico e antiinflamatório, além de mucolíticos (fluidificantes) e expectorantes, ajudam a aliviar os sintomas e a eliminar o catarro.

No entanto, o tratamento deve ser feito somente sob orientação do médico, pois só ele saberá avaliar a gravidade dos sintomas e o perfil do paciente para prescrever o medicamento adequado.

O resfriado

Os resfriados são causados por outros tipos de vírus (como os rinovírus). O sintoma mais comum é a coriza constante (secreção nasal) ou a obstrução nasal (nariz “entupido”).

Isso acontece porque o vírus causa uma lesão nas paredes das vias áreas – nariz e garganta - gerando uma inflamação. Quando o vírus termina seu ciclo, há regeneração das mucosas e os sintomas desaparecem.

A gravidade da inflamação causada pelo contato com o vírus vai depender de fatores alérgicos, baixa imunidade e stress emocional. Os sintomas se manifestam cerca de três dias após o contato com o vírus.

A coriza pode se tornar espessa e amarelada, a febre quase sempre é baixa ou inexistente, há perda de olfato, paladar e dor de cabeça. Os espirros são freqüentes e em alguns casos há tosse e rouquidão.

A transmissão dos vírus que causam o resfriado é feita através do ar, pelo contato direto com outras pessoas resfriadas ou por objetos utilizados por elas.

O tratamento dos resfriados baseia-se no alívio dos sintomas. Para se recuperar, a pessoa deve beber bastante líquido para que as mucosas permaneçam hidratadas e cuidar da alimentação, evitando que a baixa resistência propicie o agravamento do problema.

Normalmente, as pessoas apresentam melhora dentro de quatro dias; no entanto, alguns sintomas podem durar cerca de dez dias. Porém, quando os sintomas persistem, é necessária uma avaliação médica para investigar a causa e verificar se há contaminação por bactérias – ou pneumonia.

Vírus e bactérias

As bactérias são microorganismos, isto é, organismos extremamente pequenos, compostos por uma única célula de estrutura muito simples. Elas podem ser encontradas em todo lugar onde haja substâncias orgânicas que possibilitem a sua alimentação e reprodução: na terra, no ar, na água e em todos os organismos vivos e mortos.

A maioria das bactérias é inofensiva e algumas são muito úteis ao homem. É o caso das bactérias da fermentação láctea que possibilitam a produção de queijos e iogurte, e das bactérias da fermentação acética, usadas para fazer vinagre.

O pãozinho que comemos todos os dias também não existiria sem as bactérias presentes no fermento. Infelizmente, ao lado dessas bactérias úteis existem outras, muito perigosas para o organismo humano: as bactérias patogênicas, que causam doenças como pneumonia, tuberculose, sífilis, blenorragia, tétano, cólera, febre tifóide, meningite, peste, difteria, erisipela, botulismo e coqueluche entre outras.

O vírus é a menor partícula que existe, visível apenas pelo microscópio. Para viver e se multiplicar, ele precisa estar dentro das células. Quando conseguem entrar em um organismo, os vírus atacam tecidos musculares, nervosos, ósseos e até o sangue. O vírus causador da gripe é o vírus influenza.

Sua principal característica é estar em permanente transformação. Quando isso acontece, aparece um vírus “primo” do anterior. Nesses casos, temos alguma defesa contra o novo porque conhecemos o mais antigo. Quando ocorre a recombinação genética, surge um vírus totalmente novo, contra o qual não temos defesa alguma e que pode, muitas vezes, causar uma verdadeira epidemia.

Além da gripe, os vírus causam doenças mais severas como: paralisia infantil, sarampo, varíola, caxumba, dengue, rubéola, febre amarela e AIDS.

Defesas

Defesas imunológicas
O corpo humano tem uma série de defesas contra ameaças e agressões externas.

Essa proteção natural chama-se defesa imunológica e é fundamental para a preservação da vida porque confere maior resistência ao organismo.

O processo imunológico se inicia quando as estruturas de defesa do corpo reconhecem algum material estranho.

O ataque a esse material estranho pode ser feito por mecanismos de resistência natural ou através de respostas imunológica específica, adquirida por meio de vacinas.

Um importante mecanismo de defesa do sangue são os glóbulos brancos que formam um verdadeiro exército atuando dentro do nosso corpo.

Eles aumentam de número quando aparece uma infecção, elevando as defesas e ajudando no combate.

Essenciais também são as plaquetas, que aumentam a velocidade da coagulação sangüínea, “fechando o corpo” quando nos ferimos ou nos cortamos.

Mas o sistema imunológico também pode provocar o aparecimento de efeitos indesejáveis, como reações alérgicas e doenças auto-imunes (como artrite reumatóide, onde os mecanismos de defesa do próprio organismo agridem os tecidos das articulações, provocando a doença).

Para manter as defesas imunológicas em dia, é importante dormir bem, evitar o excesso de estresse e consumir alimentos ricos em fibras como carboidratos integrais (farinhas integrais), frutas, verduras e carnes brancas como peixes e frango em abundância.

http://zambon.com.br

Bronquite

Saiba mais sobre bronquite
O que é?

A bronquite é a inflamação das vias respiratórias, ou seja, da árvore brônquica que é composta pelos brônquios. A doença se dá quando há acúmulo de secreção nos brônquios (muco, catarro), impedindo a passagem do ar até os pulmões, decorrente, em muitos casos, de uma infecção concomitante do trato respiratório.

Existem dois tipos de bronquite: a aguda e a crônica; o que difere uma da outra é a duração das crises. A aguda pode ser causada por vírus (como o da gripe), infecções bacterianas ou inalação de gases irritantes, poeira e poluição.

As crises são curtas, duram de uma a duas semanas e não há maiores riscos. Já a bronquite crônica é uma condição agravante do episódio agudo e pode ser desencadeada, principalmente, pela fumaça do cigarro.

Suas crises são constantes, especialmente pela manhã. Por ser uma doença que persiste por um longo período, há o risco de maiores complicações respiratórias, como pneumonia e obstrução dos brônquios.

Os casos de bronquite ocorrem mais freqüentemente no inverno e nos casos de pessoas que vivem em ambientes em más condições de higiene ou aglomerações.

Sintomas

Os sintomas, tanto na bronquite aguda quanto na crônica, são os mesmos, diferenciando-se apenas na intensidade e duração:

- tosse seca ou com catarro;
- chiado e peito cheio;
- falta de ar;
- febre (devido a infecções respiratórias, associadas à bronquite crônica);
- mal-estar;
- falta de apetite;
- dores no peito, cabeça e garganta;
- fadiga;
- pele do rosto e mãos azuladas (cianose);
- nos casos mais graves, o paciente pode ter inchaço nas pernas e pés, pois a bronquite pode causar alterações no funcionamento do coração, devido a dificuldade de respiração.

Tratamento

A principal forma de prevenir a doença é preservar a resistência do organismo às infecções; para isso, é fundamental manter uma alimentação adequada.

Quando indicado, o tratamento da bronquite é prescrito pelo médico conforme a causa e estágio da doença. O repouso e a umidificação do ar são indispensáveis.

Para auxiliar na recuperação, geralmente são utilizados analgésicos, antiinflamatórios, antitérmicos, xaropes expectorantes e, em casos mais graves ou de infecção confirmada, antibióticos.

Em casos crônicos, existem terapias e exercícios de reabilitação que podem ajudar quem sofre deste mal. Essas atividades permitem ao paciente um melhor gerenciamento de sua energia, a fim de utilizar uma quantidade menor de oxigênio na respiração.

Recomendações

- É imprescindível parar de fumar e ficar longe da fumaça do cigarro, o maior responsável pelas crises de bronquite;

- Beber muita água é fundamental, pois ela ajuda na expectoração (eliminação) e na diminuição das secreções brônquicas;

- Em caso de exposição a elementos irritantes, é recomendável o uso de máscaras ou algum tipo de proteção;

- Evitar contato com pessoas resfriadas, gripadas ou com outras doenças transmissíveis por via respiratória;

- A tosse produtiva (conhecida como tosse com catarro) não deve ser impedida, pois ela ajuda a eliminar as secreções;

- Devem ser evitados lugares onde o ar esteja muito seco;

- A vacina anual contra a gripe também é uma boa opção para prevenção dessa doença, pois gripes e resfriados são agravantes da doença. Converse com seu médico.

http://zambon.com.br

Vilão da Saúde

Tabagismo: vilão da saúde
O tabagismo é considerado, hoje, um dos mais graves problemas de saúde pública no Brasil. Diversos tipos de cânceres (como o de pulmão, estômago, esôfago, boca, garganta, laringe, pâncreas, rim e bexiga) e tumores (como os de cabeça e pescoço) estão associados ao tabagismo.

Para cada três casos de câncer, pelo menos um está ligado ao consumo de cigarro. Além disso, o tabaco pode provocar derrames cerebrais afetando o sistema nervoso central, doenças vasculares e redução das defesas orgânicas, deixando a pessoa mais vulnerável à doenças infecciosas.

O ato de fumar é tão nocivo ao corpo humano que já, na primeira inalação (tragada), é possível identificar o mal que ele faz. Por exemplo, todos os iniciantes a essa droga tossem na primeira vez que a experimentam.

Isso acontece porque a temperatura elevada da fumaça (que chega a atingir 300ºC) provoca uma irritação nas vias respiratórias; afinal, a fumaça queima toda a via aérea por onde passa, até chegar ao pulmão.

Com o evoluir do processo, a pessoa passa a se acostumar com esses sintomas e já não mais sente os efeitos da fumaça, assim que esta entra em seu organismo; porém, os brônquios continuam sendo queimados, permanece a destruição da camada de cílios protetores da mucosa, que leva à produção de maior quantidade de muco (secreção pulmonar), resultando na chamada tosse dos fumantes.

A nicotina presente no cigarro causa dependência, que é considerada pelos médicos mais prejudicial do que outras drogas como álcool, cocaína e morfina, por exemplo, pois leva ao vício rapidamente.

As pessoas que fumam por muito tempo, mesmo que não apresentem nenhuma dessas manifestações ou doenças acima citadas, têm a capacidade do pulmão restringida e, por isso, têm fôlego mais curto e, em estágios mais avançados, dificuldade respiratória.

Um simples lance de escada pode fazer com que a pessoa que fuma se sinta muito mais cansada. Além disso, ela tem menos disposição e está mais propícia a gripes, resfriados e pneumonias.

Tratamento

O único, melhor e mais eficaz tratamento contra o tabagismo é parar de fumar. O primeiro passo a ser dado é se convencer, realmente, de que o cigarro não faz bem à saúde. Apenas dessa maneira, o vício poderá ser abandonado.

Parar de fumar de uma só vez é fundamental. Geralmente, os que tentam parar aos poucos não obtêm sucesso, pois reduzem a quantidade de cigarros nos primeiros dias, mas logo em seguida, são vencidos pela dependência.

Substituir o cigarro por água, sucos ou chás é uma boa opção. Além de eliminar algo nocivo para o organismo, esta é uma forma de adquirir um hábito saudável. Afinal, quanto mais líquidos forem ingeridos diariamente, melhor.

No início da luta contra o cigarro, não é aconselhável o consumo de bebidas que contenham cafeína, como os chás preto e mate ou o café, pois elas acabam sendo um incentivo ao fumo.

Outra ótima opção é fazer exercícios físicos. A caminhada, por exemplo, é um excelente remédio para melhorar a capacidade física; além disso, ela ajuda a ocupar a mente, que provavelmente só pensará em cigarro no período de abstinência causada pelo abandono do fumo.

Nas primeiras semanas, é normal ter um pequeno aumento de peso. Esta é uma reação do organismo, que agora consegue aproveitar melhor “algo” que antes precisava "dividir" com o fumo.

A tendência é de que, em cerca de seis meses, esses quilinhos extras desapareçam, pois dentro deste período, o organismo já estará desintoxicado. As caminhadas também podem auxiliar nesse processo.

A ajuda da família e dos amigos perante essa decisão é fundamental. Afinal, é muito difícil parar de fumar convivendo num ambiente em que existam outros fumantes, principalmente se estes ainda não se convenceram de que o cigarro realmente faz mal, não só para quem fuma, mas também para quem está ao seu redor.

Para combater o fumo

Existem, hoje em dia, medicamentos que podem auxiliar os que querem parar de fumar e não conseguem, mas a melhor forma de tratamento é procurar ajuda e orientação médica, pois, assim, poderão ser prescritos produtos que sejam eficazes e seguros.

Entre os mais conhecidos estão as gomas de mascar, pastilhas e emplastros, que reduzem a vontade de fumar.

Como contêm nicotina, esses produtos não ajudam a curar a dependência química do organismo. Em alguns casos, o médico poderá receitar antidepressivos e tranqüilizantes.

A acupuntura e auriculoterapia (método em que um pequeno artefato metálico – agulha - deve permanecer em uma das orelhas durante um mês), também costumam dar bons resultados, mas como são tratamentos em longo prazo, há muitos casos de desistência por parte das pessoas.

Apesar de todas essas colocações, o principal fator de sucesso no tratamento anti-tabagismo é a persistência. São muitos os casos de pessoas que não conseguiram se ver livres do cigarro nas primeiras tentativas, mas são ainda maiores os casos dos que venceram o vício pela persistência.